24/11/2025 18h01 - Atualizado em 24/11/2025 18h21

‘PODInovar na FAPES’: pesquisa como aliada no desenvolvimento de políticas públicas é o tema do 9º episódio

Franciéle Marabotti, professora da Ufes, e Mariana Dadalto Peres, perita oficial do LabTox da Polícia Científica do Espírito Santo, foram as convidadas da vez.

Mais um episódio da 1ª temporada do “PODInovar na FAPES”, o podcast e videocast da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes), saindo do forno: está no ar o 9º programa, que recebeu a professora do Centro de Ciências da Saúde da Ufes, Franciéle Marabotti, e a perita oficial criminal do Laboratório de Toxicologia Forense (LabTox), da Polícia Científica do Espírito Santo, Mariana Dadalto Peres, para uma conversa sobre como a pesquisa pode ser aliada no desenvolvimento de políticas públicas.

Franciéle Marabotti coordenou um levantamento sobre o uso de drogas entre estudantes do Ensino Médio no Espírito Santo e vai nos contar um pouco de como foi essa experiência, a importância dos dados colhidos e muito mais. Já Mariana Dadalto Peres esteve à frente do projeto que resultou no “Painel Pericial de Substâncias Psicoativas do Espírito Santo”, com dados importantes de vítimas de acidentes de trânsito que estavam sob efeito de álcool ou drogas.

Durante o bate-papo de aproximadamente 40 minutos, elas falaram um pouco do desenvolvimento de seus projetos que contribuíram com dados importantes para subsidiar políticas públicas eficazes para a sociedade capixaba.

"Quero agradecer ao Governo do Estado pela confiança, à Fapes pelo investimento, e dizer que fazer pesquisa é importantíssimo, porque somente através delas que a gente consegue identificar as lacunas, os problemas que a gente vem enfrentando, e ter dados para que isso possa ser trabalhado em políticas públicas futuras", afirmou Marabotti.

Mariana Dadalto aproveitou para enaltecer o trabalho do LabTox e ressaltar que a Polícia Científica, apesar de ter apenas dois anos, está pronta para contribuir com os capixabas.

“Os dados da pesquisa são frutos do trabalho do dia a dia do LabTox, então queria agradecê-los. Somos uma instituição muito nova, recém-separada da Polícia Civil, responsáveis pela identificação civil, a medicina legal, entre outras partes, e estamos querendo contribuir cada vez mais com a população. Nossos laboratórios estão prontos para cada vez mais dar respostas eficientes, mais rápidas e de melhor qualidade para a sociedade", pontuou.

Para conferir a conversa completa, clique aqui e acesse o 9º episódio no YouTube ou aqui no Spotify.

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